BH Será inclusa no minha casa minha vida 2

pós um ano e seis meses de o presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciar o “Minha casa, minha vida”, Belo Horizonte entrou para a lista das cidades contempladas com o pacote habitacional. Amanhã, a presidente da Caixa Econômica Federal (Caixa), Maria Fernanda Ramos Coelho, anuncia a construção das primeiras moradias – mais de 2 mil – do programa do governo federal na Capital. A Capital enfrentou um forte gargalo para conseguir se inserir no “Minha casa, minha vida”: a escassez de terrenos e a conseqüente sobrevalorização das áreas disponíveis. A Prefeitura de Belo Horizonte (PBH) tomou várias medidas para solucionar o problema, entre elas a doação de 12 terrenos, que somam 40 mil metros quadrados, para o Fundo de Arrendamento Residencial (FAR), representado pelo Caixa, a primeira de uma série que totalizará a doação de 250 mil metros quadrados, o que equivale a aproximadamente 450 terrenos. Os 12 lotes que já foram doados à instituição financeira, que ainda promoverá chamada pública para construtoras interessadas na implantação das residências, estão localizados nos bairros Lagoa, na regional de Venda Nova (Vetor Norte); Diamante, Flávio Marques Lisboa, Vale do Jatobá e Vitória, no Barreiro; Califórnia (Noroeste); Estrela do Oriente (Oeste) e Castelo (Pampulha). O valor dos imóveis somente será definido após a avaliação da Caixa. Além da carência de terrenos, a situação desfavorável de Belo Horizonte em relação ao programa habitacional estava vinculada ao valor máximo das construções destinadas à faixa de renda de até três salários mínimos, considerado muito baixo. Neste sentido, o reajuste de R$ 60 mil para R$ 75 mil, anunciado no começo de agosto, para o valor do imóvel que pode ser construído com a tributação reduzida para as construtoras, funcionou como um “contraveneno” para o entrave. Além de beneficiar a construção de unidades habitacionais para a população de baixa renda e facilitar a utilização de terrenos para o programa federal em Belo Horizonte, o reajuste atendeu ao pleito das construtoras, que ganharam um incentivo para atuar na segunda etapa do pacote habitacional. Considerando a construção de 2 mil moradias do programa que serão anunciadas amanhã pela presidente da Caixa, a PBH estima que, em um prazo de 18 meses, mais de 11 mil moradias serão anunciadas em Belo Horizonte. Do valor total de R$ 6,334 bilhões em financiamentos imobiliários realizados pela Caixa entre janeiro e setembro em Minas, R$ 3,129 bilhões são provenientes do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE) e R$ 3,204 bilhões do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), que inclui as modalidades de financiamento contempladas pelo programa habitacional do governo federal. Com relação ao programa, já foram contratadas pela Caixa cerca de 300 mil unidades no país, aproximadamente 75% da meta nacional, que é de 400 mil imóveis para a opção que engloba trabalhadores que recebem de até três salários mínimos. Em Minas, foram contratadas 20,7 mil unidades diretamente com as construtoras que integram o programa e mais 19 mil contratos foram intermediados pelas prefeituras do Estado. Na modalidade de até três mínimos, já foram financiadas no Estado em torno de 27,5 mil habitações. Nesta mesma esfera do programa, a meta mineira para o fim do ano é alcançar a contratação de 35 mil imóveis. O programa, porém, não obteve os resultados esperados na Capital, onde até setembro nenhum imóvel havia sido contratado. *Publicado em 20/10/2010 / Diário do Comércio / Economia

Um comentário em “BH Será inclusa no minha casa minha vida 2

  1. minha casa minha vida 2 nao tem nem a 1 .fiquei sabendo q tem empreedimento vazio e nos do nucleo esperança e fe estamos sem moradia

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