Hostilidade faz mal a saúde

Está provado: a hostilidade aumenta o nível de colesterol no sangue e torna a pessoa propensa a ataques cardíacos, hipertensão, cansaço, urticária e úlcera; a velha crença de que “colocar a raiva pra fora evita uma úlcera” não é verdadeira… Em artigo para a revista Nova, de Outubro de 79, a Doutora Ana Maria Rossi, especialista em estresse, afirma: “não adianta recusar feijoada, carne gorda e frituras se você nunca está contente com nada e vive fazendo tempestade em copo d’água; a hostilidade pode causar um aumento de colesterol igual ou superior à dieta rica em gordura”… Além do mal que faz ao organismo, a hostilidade traz prejuízos psicológicos. Um deles é o mal-estar que provoca nos relacionamentos; todos procuram evitar o contato com pessoas “estouradas” ou, se isso é inevitável, “pisam em ovos” para não arranjar encrenca. Muitas vezes, a própria pessoa se isola, o que aumenta a solidão, a carência, o sentimento de rejeição e… provoca mais hostilidade ainda. É um círculo vicioso. Muito prejuízo para nenhum ganho… A maneira mais eficaz de mudar a atitude de uma pessoa, mesmo que ela esteja agindo de forma negligente ou com má vontade, é a empatia e paciência… Deixar de lado a hostilidade não significa ser complacente e passivo. Se você não concorda com uma atitude, exponha sua posição, reclame, exija… mas sem raiva, sem hostilidade – só assim você vai obter do outro uma mudança real de atitude para que o problema se resolva. Texto do professor Gretz

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