Ritmo de aumento de preços na construção civil diminui em setembro, aponta FGV

   O Índice Nacional de Custo da Construção do Mercado (INCC-M), medido pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getulio Vargas (FGV), ficou em 0,20%, em setembro. Essa taxa é inferior à alta registrada em agosto (0,22%). No acumulado do ano, o índice já subiu 6,40% e, nos últimos 12 meses, 6,94%. Quatro das sete capitais pesquisadas apresentaram aumento inferior ao de agosto: Salvador (de 0,13% para 0,05%); Belo Horizonte (de 0,44% para 0,19%); Rio de Janeiro (de 0,40% para 0,29%) e São Paulo ( de 0,20% para 0,18%). Nas demais localidades, os preços avançaram com maior velocidade: Brasília (de 0,16% para 0,26%); Recife (de -0,04% para 0,14%) e Porto Alegre (de 0,20% para 0,32%). Os materiais, equipamentos e serviços tiveram alta de 0,35% ante 0,38% e o índice relativo à mão de obra passou de 0,06% para 0,04%. As maiores influências positivas foram sentidas por quem precisou comprar os seguintes itens: tijolo e telha cerâmica (de 1,02% para 1,52%); condutores elétricos (de 1,91% para 4,06%); tubos e conexões de PVC (de 0,08% para 2,33%); cimento portland comum (de 0,29% para 0,80%) e projetos (de 1,49% para 0,56%). Entre os produtos que ajudaram a reduzir o ritmo de aumento estão os vergalhões e arames de aço ao carbono (de 0,04% para -0,76%); tinta à base de PVA (de 0,38% para -2,10%); massa corrida para parede – PVA (de -0,49% para -0,87%), tinta a óleo (de 0,08% para -0,97%) e tábua de terceira ( de 0,46% para -0,54%).

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