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O repórter Tônico Ferreira tem duas notícias sobre o mercado imobiliário: uma ruim, mas a outra é boa. O sorriso do casal é de final feliz. Os dois acabam de comprar o primeiro apartamento de suas vidas e agora planejam se casar. “Foi uma sensação de liberdade mesmo, de conquista, um sonho”, comentou a auxiliar de escritório Moniza Borges. A prestação de R$ 630 vai comprometer 27% da renda. O casal aproveitou um feirão de vendas de imóveis e as novas facilidades para a compra da casa própria: programas do governo, juros um pouco mais baixos e prazo de até 30 anos. O mercado imobiliário está bombando. Nem a recente crise financeira internacional impediu o crescimento constante da venda de imóveis financiados com recursos da poupança e do fundo de garantia, de 443 mil em 2007 a 670 mil no ano passado. Empresários do setor acham que este ano será melhor ainda. “Deverá ser 50%, superior ao financiado em 2009”, calcula Luiz Antonio França, presidente da Associação Brasileira de Crédito Imobiliário. Toda essa procura pela casa própria teve uma consequência: o aumento do preço dos imóveis nas grandes cidades brasileiras. Entrou em ação a famosa lei da oferta e da procura. Os terrenos disponíveis ficaram mais raros e mais caros, e o custo da construção – material e mão de obra – subiu acima da inflação. Na Grande São Paulo, o preço de um apartamento de dois quartos subiu em média 25% no primeiro trimestre deste ano em relação ao mesmo período do ano passado. Consultores imobiliários dão dicas de como achar imóveis mais baratos. “O comprador pode examinar com mais atenção alguns bairros onde esses preços são significativamente menores do que outros, tradicionais e já saturados”, recomenda o consultor imobiliário Luiz Paulo Pompéia. “Jogue uma oferta contra a outra e veja a que cabe no seu bolso. Evite comprometer mais do que 25% ou 30% da sua renda, no máximo, na sua prestação mensal”, acrescenta João Crestana, presidente do Sindicato da Habitação em São Paulo. Foi o que Vinicius e Mirelle fizeram. Eles compraram um apartamento em um bairro modesto e vão usar R$ 510 dos R$ 2 mil que ganham para pagar a prestação. “Eu não estou acreditando ainda que comprei o apartamento. Acho que eu só vou acreditar quando eu pegar a chave na mão”, comentou a estudante Mirelle Rocha.

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