Teste de maquinas para o LAR

As novas cafeteiras automáticas que chegam ao mercado têm preços competitivos e são fáceis de usar. Elas estão cada vez mais compactas e com designs diferenciados. Vaporizar o leite para fazer cappuccinos e macchiatos e esquentar água para o preparo de outras bebidas, como o chá, é uma nova constante. Confira as principais características e o desempenho de seis máquinas top de linha e escolha a sua


TEXTO Patrícia Malta de Alencar FOTOGRAFIA MÁQUINAS Mário Ladeira
FOTOGRAFIA TESTE Paula Rúpolo

Da italiana illycaffè, tem design estiloso e funciona com as cápsulas do método iperEspresso, que garante produzir uma crema densa e duradoura. Possui indicadores específicos para alta temperatura e falta de água; bico vaporizador para aquecer leite manualmente; suporte para aquecimento de xícaras; e regulagem da altura da gaveta para diferentes tamanhos de xícara. Existem quatro opções de cápsula: torra média, torra escura, longo e descafeinado – o custo da lata com 21 unidades vai de R$ 32,20 a R$ 46,20.

Desempenho: A máquina é de fácil uso, bastando colocar a cápsula no compartimento adequado e apertar um botão, sem fazer sujeira, regulando a quantidade de água para a extração de café curto ou longo. O espresso sai uniforme e com a crema espessa.

Foi o último modelo lançado no País pela grife suíça Nespresso, com a elegância típica da marca. Compacta, prepara espressos curto (40 ml) ou lungo (110 ml) e cappuccinos, com controle automático do volume de café. Possui recipiente de leite próprio e removível (500 ml), que pode ser armazenado na geladeira; e função de enxágue automático desse recipiente. A marca oferece 16 blends, além de edições limitadas – o custo da caixa de cápsulas com 10 unidades vai de R$ 19,00 a R$ 25,00. Possui modo de economia de energia.

Desempenho: A Latissima é de fácil manuseio. Para extrair um espresso, só é preciso inserir a cápsula e apertar o botão de café curto ou longo. O curto é maior que o padrão italiano, mas o espresso é cremoso e consistente. O preparo não faz sujeira.

 

 

 

A suíça Nestlé trouxe para o Brasil, no começo de 2009, uma máquina de design arrojado da Nescafé para o preparo de seis diferentes bebidas por meio de cápsulas hermeticamente embaladas: espresso, espresso intenso, caffè lungo, cappuccino, latte macchiato e chococino – o custo da caixa com 16 unidades é em média de R$ 24,00. Fabricada pela Arno, a máquina possui suporte para xícaras com altura regulável e, após vinte minutos de inatividade, desliga automaticamente para economizar energia.

Desempenho: A máquina é prática e o manual, ilustrado e em cores: basta colocar as cápsulas no compartimento e puxar a alavanca, dosando a quantidade de água. Não faz sujeira, mas o descarte de cápsulas é manual. O espresso é bastante cremoso e as bebidas com leite, bem vaporizadas.

 

Da marca suíça Jura, tem um design reto e estreito na largura, com display em três cores, em português (de Portugal). É possível escolher entre um ou dois cafés (de 15 a 240 ml) de intensidade suave, normal ou forte. O moinho cônico possui três ajustes; o bico de café é regulável em altura a qualquer tipo de xícara; e, sempre que necessário, a máquina indica necessidade de limpeza, descalcificação e mudança de filtro. Acompanha compartimento para leite e bico vaporizador para extração automática.


Desempenho: A Ena 4 pode ser programada para atender às suas preferências em relação a quantidade, intensidade e temperatura da água para cada dose de espresso. O frescor do grão recém-moído é aparente no aroma do espresso. A cremosidade é boa, tanto no preparo do café em grão quanto em pó. O display, porém, é muito sucinto.

 

Da marca alemã Krups, que chegou ao Brasil em 2009, possui um painel de controle em LCD, em português (de Portugal). A máquina fornece alerta de enxágue, limpeza e descalcificação, que são realizados automaticamente. Possui opção de moagem fina, média e grossa; suporte para aquecimento de xícaras; e vaporização automática de leite. Podem ser preparados dois espressos por vez, mas em duas extrações; e pode ser programada para ligar e desligar.


Desempenho: A programação da máquina é fácil porque o display é bastante informativo. Pode-se escolher entre: espresso e espresso forte (de 20 a 70 ml) ou café e café cheio (de 80 a 120 ml, sendo o primeiro mais intenso). O moinho em funcionamento faz um barulho alto, mas o espresso é bem tirado, com cremosidade mediana.

 


Com design desenvolvido pelos estúdios da BMW, o modelo é o menor comercializado pela Saeco, com acesso frontal a todos os recursos. Tem capacidade para tirar dois espressos simultaneamente, curto ou longo, e vaporizar leite manualmente. O grupo e os compartimentos da máquina são facilmente extraídos para limpeza. Possui moinho de cerâmica, para garantir maior durabilidade da máquina e uniformidade na moagem; e modo stand-by para economia de energia.

Desempenho: A máquina é de fácil uso, bastando acrescentar o grão e apertar um botão para extrair o espresso, dosando a quantidade de água – o manual traz um passo a passo ilustrativo. O espresso é bem extraído, com crema mediana. A máquina não possui painel de comunicação, de forma que não é possível saber se o alerta é por falta de grão ou de água ou por necessidade de limpeza da gaveta de borra ou da bandeja.

 

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